“Michael”: ausência de clássico e dublagem criticada geram revolta entre fãs de Michael Jackson

Filme estrelado por Jaafar Jackson ganha sessões antecipadas e promete revelar bastidores da vida do maior ícone do pop mundial

“Michael”: ausência de clássico e dublagem criticada geram revolta entre fãs de Michael Jackson

A contagem regressiva começou para os fãs do Rei do Pop. A pré-venda de ingressos para Michael já está disponível no Brasil, movimentando o público antes mesmo da estreia oficial.

Os ingressos podem ser adquiridos pela Ingresso.com, garantindo acesso as primeiras sessões do longa, que chega aos cinemas no dia 23 de abril — com exibições especiais a partir do dia 21.

A expectativa por uma das cinebiografias mais aguardadas

A produção mergulha na trajetória de Michael Jackson, desde os primeiros passos como líder do The Jackson 5 até a consagração como um dos maiores artistas da história.

O filme promete ir além dos palcos, explorando os bastidores da fama, os desafios pessoais e a obsessão pela perfeição que marcaram sua carreira. No entanto, ainda existe a expectativa sobre as polêmicas a respeito do ídolo, principalmente os procedimentos estéticos, assim como as acusações de pedofilia. 

Elenco de peso e produção de Hollywood

Interpretado por Jaafar Jackson, o longa reúne nomes conhecidos de Hollywood, como:

  • Nia Long (Katherine Jackson)
  • Kat Graham (Diana Ross)
  • Miles Teller (John Branca)
  • Colman Domingo (Joe Jackson)

A direção é assinada por Antoine Fuqua, conhecido por sucessos como O Protetor, enquanto o roteiro fica por conta de John Logan, indicado ao Oscar por obras como Gladiador e O Aviador. A produção é fruto da parceria entre Lionsgate e GK Films.

Nas redes sociais, “Michael” já desponta como uma das estreias mais aguardadas do ano no gênero musical e biográfico, impulsionando a expectativa dos fãs de Michael Jackson. Comentários entusiasmados tomaram conta das plataformas: “Vou chorar até ver isso, só sei”, escreveu uma internauta. “A gente não está nem dormindo esperando esse filme”. Conforme publicou outra.

Críticas e polêmicas entre fãs

Apesar do hype, parte do público também levantou questionamentos sobre decisões da produção. Um dos pontos mais comentados é a ausência de Man in the Mirror na trilha sonora — faixa do álbum Bad (1988). A música, composta por Siedah Garrett e Glen Ballard, não teria sido incluída por falta de contato ou negociação por parte dos realizadores, segundo relatos dos próprios autores.

No entanto, outro debate envolve o recorte temporal da narrativa. Há rumores de que o longa deve abordar a trajetória do artista apenas até o lançamento de Dangerous (1991), deixando em aberto a possibilidade de uma continuação que explore os anos finais da carreira do cantor.

O que está incomodando parte do público

Fãs mais atentos também apontaram críticas à versão dublada do filme. Nas redes, alguns usuários afirmam que o tom de voz utilizado não se aproxima do estilo marcante de Michael Jackson, gerando estranhamento. Há quem diga que a interpretação vocal soa exagerada e pouco fiel ao artista. Veja: 

Contudo, mesmo com as controvérsias, o filme segue como um dos lançamentos mais comentados do momento. Por fim, Resta saber: o filme conseguirá capturar toda a grandiosidade e complexidade de Michael Jackson nas telonas?