Babygirl” transforma sedução proibida em um jogo intenso e viciante

Nicole Kidman e Harris Dickinson protagonizam um jogo de sedução intenso em filme ousado que mistura poder, desejo e relações perigosas.

“Babygirl”, disponível no Prime Video, se tornou um dos filmes mais provocadores e comentados dos últimos anos. Sexy, ousado e carregado de tensão, o longa mergulha em um perigoso jogo de sedução entre a CEO Romy, interpretada por Nicole Kidman, e o estagiário Samuel, vivido por Harris Dickinson.

Na trama, Samuel desafia sua chefe a entrar em uma relação marcada por manipulação, desejo e disputas de poder. O filme transforma essa dinâmica em um thriller erótico intenso, onde o controle vira combustível para cenas cada vez mais quentes e arriscadas.

Ao mesmo tempo, “Babygirl” explora desejos escondidos e impulsos que muitas vezes permanecem longe da superfície. A personagem Romy vive justamente esse contraste: uma executiva respeitada em público, mas que, longe dos holofotes, mergulha em fantasias sexuais ao lado do marido Jacob, interpretado por Antonio Banderas.

A chegada de Samuel desequilibra ainda mais essa relação. O envolvimento entre os dois cresce diante do consentimento do marido, criando um triângulo emocional e sexual que leva os personagens a ultrapassarem limites éticos e emocionais.

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Dirigido por Halina Reijn, o longa lembra clássicos do suspense erótico dos anos 1990, especialmente Atração Fatal e até momentos de Instinto Selvagem, eternizado pela famosa cena de Sharon Stone. O filme mexeu até com o marido de Nicole, Keith Urban, tanto que durante uma coletiva perguntado sobre a atuação da mulher no filme, ele chegou a abandonar a entrevista. 

Outro destaque de “Babygirl” é sua trilha sonora nostálgica e sensual. Faixas como Never Tear Us Apart, da banda INXS, e Father Figure, de George Michael, ajudam a ampliar o clima intenso do filme.

Portanto, a atuação de Nicole Kidman também ganhou destaque na temporada de premiações em 2024. Afinal, a atriz venceu o prêmio de melhor atriz no Festival Internacional de Cinema de Veneza pelo papel em “Babygirl”. Embora tenha perdido o Golden Globe Awards para Fernanda Torres, por sua atuação em Ainda Estou Aqui.