Phil Campbell, guitarrista do Motorhead, morre aos 64 anos

O guitarrista galês Phil Campbell, conhecido por sua longa trajetória na banda de heavy metal Motörhead, morreu aos 64 anos. A informação foi confirmada pela família e por integrantes da banda Phil Campbell and the Bastard Sons, grupo que ele formou ao lado dos filhos.

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Segundo o comunicado oficial, o músico faleceu de forma tranquila após enfrentar complicações médicas, depois de passar por uma grande cirurgia e permanecer internado em terapia intensiva.

A nota divulgada pela família afirma:

“É com grande tristeza que anunciamos o falecimento do nosso amado pai, Philip Anthony Campbell.”

Campbell tinha 64 anos considerado um dos guitarristas mais importantes da história do metal.

Mais de três décadas ajudando a moldar o som do Motörhead

Phil Campbell. Crédito Jessica Branstetter, CC BY 2.0

Nascido em 1961, em Pontypridd, no País de Gales, Phil Campbell começou a tocar guitarra ainda na infância e construiu carreira no rock pesado desde o final dos anos 1970.

Ele entrou para o Motörhead em 1984 e permaneceu na banda até 2015, quando o grupo encerrou as atividades após a morte do vocalista e fundador Lemmy Kilmister.

Durante esse período, Campbell participou de 16 álbuns de estúdio, incluindo discos clássicos como Orgasmatron, Inferno e Bad Magic. Seu estilo direto e pesado ajudou a definir o som agressivo que influenciou gerações de bandas de rock e metal.

Após o fim do Motörhead, ele criou o projeto Phil Campbell and the Bastard Sons, que reunia seus filhos Todd, Dane e Tyla Campbell, mantendo viva a energia do hard rock nas estradas.

Legado no rock

Ao longo de mais de quatro décadas de carreira, Phil Campbell se tornou um nome respeitado no universo do heavy metal. Portanto, Seu trabalho influenciou guitarristas e fãs ao redor do mundo. E sobretudo, ajudou a consolidar o Motörhead como uma das bandas mais importantes da história do rock pesado.

Por fim, Ele deixa a esposa, Gaynor, e três filhos. A família pediu privacidade neste momento, destacando que “a música, o legado e as memórias que ele criou viverão para sempre”. Conforme nota.