Guns N’ Roses pede pato no tucupi, tapioca e bombons de cupuaçu em Belém
Banda inclui sabores típicos do Pará no cardápio especial após apresentação no Mangueirão
Foto capa: imagem gerada por IA
A vinda inédita do Guns N’ Roses a Belém, neste sábado (25), ganha um destaque além da música. A produção da banda solicitou um buffet exclusivo com pratos típicos do Pará para o pós-show.
O convite foi recebido pelo chef paraense Marcos Brandão, que atua há 15 anos no mercado. Ele contou que preparar o cardápio para a banda é um momento marcante na carreira.
“Sou fã. Conheço a banda desde adolescente. Me senti muito lisonjeado por poder fazer o cardápio de uma das maiores banda do mundo. Isso é surreal, um privilegio para poucos”. Conforme contou o chef, que recebeu o chamado por meio da produtora local.
Em entrevista ao g1, Marcos revelou que o cardápio do camarim segue exigências internacionais. Porém, antes e durante o show, os músicos consomem pratos mais tradicionais, como carnes vermelhas, peixe e frango.
Segundo ele, as escolhas finais acontecem no dia da apresentação. A decisão depende do gosto dos integrantes da banda.
“Por eles serem bem seletivos, o cardápio de cada integrante servido no camarim já veio pré-definido pela produção da banda. Mas em um momento após o show teremos um serviço com cardápio paraense”, explicou o chef.
Muito tucupi.
Para o pós-show, o destaque será a culinária regional. O menu inclui pratos como pato na redução de tucupi, acompanhado de vatapá e caldo de tucupi e tacacá.
Também estão previstas tapiocas com recheios variados, como charque, frango, queijo coalho e creme de avelã. As sobremesas incluem bombons de cupuaçu e bacuri, além de sucos naturais de acerola e cupuaçu.
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Contudo, a operação exige planejamento detalhado. Afinal, a equipe trabalha com protocolos rígidos de segurança alimentar e organização antecipada para evitar atrasos.
“As preparações são conduzidas de forma planejada, estruturada e antecipada. Dependendo do tamanho do evento, são realizados alguns pré-preparos um dia antes para agilizar o processo e evitar atrasos”, afirmou o cozinheiro.
Portanto, a ideia é unir as exigências da banda com a identidade local. E sobretudo, o objetivo é oferecer uma experiência única aos artistas internacionais.
“A gente tem um cardápio extenso que eles mandaram para a gente e eles vão escolher o que vão querer comer no dia. E aí sim que a gente vai colocar uns temperos paraenses para poder dar um toquinho mais especial nesse cardápio”, finalizou o chef.