Charlize Theron diz que não vai sustentar filhas para sempre
Atriz revela planos financeiros e educação das herdeiras
A atriz Charlize Theron afirmou que não pretende sustentar suas duas filhas ao longo da vida. A artista, de 51 anos, é mãe de Jackson (12) e August (9) e comentou suas expectativas durante participação no podcast.
O assunto veio à tona no programa “Therapuss with Jake Shane”, onde a estrela detalhou como pretende preparar as filhas para a independência. A fala chamou atenção por destacar disciplina e responsabilidade desde cedo.
Vencedora do Oscar por Monster – Desejo Assassino, Theron construiu uma carreira sólida em Hollywood. Ela também recebeu indicações por Terra Fria e O Escândalo, acumulando uma fortuna estimada em mais de R$ 1 bilhão.
Mesmo com esse patrimônio, a atriz deixou claro que não quer que as filhas dependam financeiramente dela no futuro. Segundo Theron, o aprendizado começa com pequenas experiências do dia a dia.
“Antes de tudo, seu primeiro carro vai ser um Datsun [marca focada em veículos populares e esportivos acessíveis] porque você vai bater com ele. Você vai dar um jeito de estragá-lo. Você é um motorista iniciante. Então, não vamos comprar um carro bom logo de cara. Precisamos de um pouco de experiência, e vamos conquistar isso”.
Na sequência, ela reforçou sua visão sobre trabalho e independência financeira: “Ainda é cedo para dizer onde elas vão acabar… Elas só precisam conseguir um trabalho que pague, porque eu não quero sustentá-las pelo resto da minha vida”.
A atriz também comentou sobre a importância de experiências profissionais desde cedo, incluindo empregos temporários: “Sim. Toda vez que a gente vai ao Starbucks, eu falo: ‘Olha isso… Tá vendo como eles são simpáticos? Você tem que ser assim, simpática, toda manhã às 6h, então já pode ir se preparando’”. Conforme contou.
Além da vida pessoal, Theron segue ativa na carreira. Ela promove o filme O Jogo do Predador e também integra o elenco de A Odisseia, novo projeto do diretor Christopher Nolan.
A postura da atriz reacende o debate sobre educação financeira e criação de filhos, mesmo em famílias com alto poder aquisitivo.