Ringo Starr nunca comeu pizza mas já fez comercial da Pizza Hut

Baterista revelou detalhes de problemas alimentares em entrevista a Jimmy Kimmel.

Ringo Starr, aos 84 anos, já enfrentou diversos problemas de saúde desde a infância. Aos 6 anos, sofreu uma grave complicação quando seu apêndice rompeu, obrigando-o a passar meses internado no hospital. Após a remoção dos pontos, seu estômago se rompeu novamente, resultando em uma nova internação.

Aos 13 anos, uma gripe mal curada evoluiu para pleurisia, afastando-o da escola por dois anos e comprometendo seus estudos. Já na fase adulta, quando integrava os Beatles, precisou ser hospitalizado pouco antes de uma turnê europeia em 1964 devido a uma amidalite e faringite, sendo temporariamente substituído por Jimmy Nicol.

Além desses episódios, Ringo lidou com crises recorrentes de obstrução intestinal e uma forte intolerância a alimentos apimentados. Durante a viagem dos Beatles à Índia, ele levou seu próprio estoque de comida para evitar complicações.

“Nunca comi Pizza”.

Em recente entrevista ao programa de Jimmy Kimmel, enquanto divulgava seu novo álbum country, Look Up, Ringo falou sobre suas restrições alimentares e surpreendeu ao revelar que nunca comeu pizza.

“Eu nunca comi pizza e curry. Eu sou alérgico a vários itens e pizza. Você não sabe o que eles colocam nisso metade do tempo, todo o curry e tal. Sou bastante rigoroso comigo mesmo porque isso me faz mal imediatamente”. Conforme explicou.

Curiosamente, apesar de nunca ter comido pizza, Ringo protagonizou um comercial da Pizza Hut em 1995 ao lado dos integrantes do The Monkees. Na cena, enquanto os membros da banda mordem suas fatias pela borda, o baterista apenas leva a pizza em direção à boca, sem realmente dar uma mordida – afinal, todos os ingredientes lhe fazem mal. A Pizza devia ter usado o Slogan; “Até quem não come aprova”. Veja o comercial:

O ex-Beatle também relembrou o período em que ficou internado aos 13 anos e como aprendeu a tricotar para passar o tempo. “Eu aprendi no hospital a tricotar. Eu estava lá quieto, então vinham pessoas para nos manter entretidos. Mas a boa notícia é que um dia uma senhora trouxe maracas, tamborins e uma pequena bateria e eu podia acertar. A partir disto, eu só quis ser um baterista”, finalizou.