Relembre as 4 maiores musas que marcaram a história do Carnaval do Rio

Usuários das redes sociais apontam as quatro mulheres que se tornaram ícones do Carnaval carioca

O Carnaval do Rio de Janeiro é palco de brilho, ritmo e personagens que atravessam gerações. Entre tantas histórias marcantes da Marquês de Sapucaí, quatro mulheres se consolidaram como as maiores musas do Carnaval carioca, não apenas pela beleza, mas pela força simbólica, carisma e ligação profunda com o samba.

Viviane Araújo

Relembre as 4 maiores musas que marcaram a história do Carnaval do Rio
Viviane Araujo no desfile do Salgueiro — Foto: Roberto Filho/Brazil News

É, para muitos, a própria tradução do samba no pé. Rainha de bateria do Salgueiro por anos, conquistou o público com sua energia contagiante, presença forte na avenida e respeito absoluto às raízes do Carnaval. Sua trajetória também inclui passagens marcantes pela Mancha Verde, reforçando sua imagem como uma musa popular, próxima da comunidade e reverenciada por sambistas.

Paolla Oliveira

Relembre as 4 maiores musas que marcaram a história do Carnaval do Rio
Paolla Oliveira Foto: Stephanie Rodrigues / g1

A atriz se transformou em um dos grandes símbolos recentes da Sapucaí. Como rainha de bateria da Grande Rio, virou o “coração pulsante” dos desfiles, unindo técnica, entrega emocional e elegância. Sendo assim, sua presença vai além da estética. Afinal, Paolla representa uma nova geração de musas que se dedicam intensamente à preparação física e ao entendimento da cultura do samba.

Sabrina Sato

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Sabrina Sato. Reprodução Instagram

Sinônimo de alegria, extravagância e longevidade no Carnaval. Rainha de bateria da Vila Isabel, construiu uma história sólida na Sapucaí, marcada por figurinos icônicos, simpatia e respeito à tradição. Ao longo dos anos, Sabrina se tornou uma das figuras mais reconhecidas do Carnaval brasileiro. Sobretudo, equilibrando beleza, comunicação e paixão pela festa.

Luma de Oliveira.

Luma de Oliveira. Reprodução Instagram

Luma é um nome eterno da história carnavalesca. Sua entrada polêmica pela Tradição, em 1998, usando apenas joias no corpo, redefiniu o conceito de ousadia na avenida e se tornou um dos momentos mais comentados do Carnaval do Rio.

Portanto, Luma marcou época com atitude, presença cênica e um estilo que influenciou gerações de musas e rainhas em escolas. Como por exemplo, PortelaViradouroTradiçãoCaprichosos de Pilares e Estácio de Sá.

E então, tem alguma outra musa que podemos acrescentar? Deixe nos comentários.