“Jurassic Park: Recomeço” bate US$ 318 milhões, mas divide opiniões

Em apenas uma semana, o sétimo filme da saga já cobriu seus custos de produção.

“Jurassic Park: Recomeço” estreou na última quinta-feira, 3 de julho, e já se tornou um fenômeno de bilheteria. Segundo a Universal Pictures, o longa arrecadou impressionantes US$ 147 milhões apenas no primeiro fim de semana nos Estados Unidos e Canadá, impulsionado pelo feriado de 4 de julho.

A cifra superou em 20% as previsões dos estúdios, que esperavam uma arrecadação mais modesta. No total, somando o mercado internacional, o novo capítulo da franquia atingiu US$ 318 milhões até o domingo (6). O filme teve um custo de produção estimado em US$ 180 milhões e, com esse resultado, já garantiu retorno financeiro.

Portanto, com esse desempenho, a franquia Jurassic Park ultrapassa a marca de US$ 6 bilhões em bilheteria global desde o primeiro filme, lançado em 1993. O número considera apenas a venda de ingressos, sem incluir receitas com licenciamentos, produtos, jogos e parques temáticos.

Apesar do sucesso comercial, a recepção do público não foi unânime. No site especializado Rotten Tomatoes, o filme alcançou apenas 50% de aprovação. Sendo assim, as principais críticas recaem sobre o roteiro e o uso dos efeitos visuais.

LEIA TAMBÉM: Caos no mar: o caso do “Cruzeiro do cocô” está na Netflix.

Na trama, a história se passa cinco anos após os eventos de “Jurassic World”. A protagonista Zora Bennett, interpretada por Scarlett Johansson, é uma agente encarregada de recuperar DNA de dinossauros terrestres e marinhos. A missão tem como objetivo desenvolver um medicamento capaz de salvar vidas humanas. No entanto, o caminho é repleto de desafios e perigos pré-históricos.

Contudo, sobre uma possível continuação, o diretor Gareth Edwards afirmou que a ideia, por enquanto, não está em discussão:

“Talvez haja algo aí. Mas não, tentamos fazer este filme como uma história que funciona por si só. Quando olho para sequências e trilogias que adoro, o que todas têm em comum é que o primeiro filme era independente, e depois virou um problema de alto risco: como faremos os outros? Sinceramente, nunca conversei sobre isso com ninguém. Nem uma única conversa com David Koepp, Frank Marshall ou a Universal sobre uma sequência”. Conforme declarou em entrevista ao site ScreenRant.