Espetáculo “Sob a Lua Cigana” será de graça em 6 cidades catarinenses

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Projeto, que virou websérie em 2021, vai contar com apresentações acessíveis em Libras

Foto: Gabriela Buss.

Seis cidades do litoral de Santa Catarina vão receber apresentações gratuitas do espetáculo “Sob a Lua Cigana” no mês de março. Apresentado pela contadora de histórias Lieza Neves e o músico Márcio Bicaco, o projeto que aborda a cultura dos povos ciganos, vai passar por Balneário Camboriú, no dia 6, Itapema, no dia 7, Porto Belo, no dia 10, Itajaí no dia 14, Tijucas, no dia 16 e no dia 21, em Bombinhas. Acima de tudo, todas as apresentações contam com interpretação em Libras.

Essa circulação do duo pelo litoral catarinense conta com o aporte da Lei Aldir Blanc de Santa Catarina e como todos os espaços têm lugares limitados, é preciso que os interessados façam a reserva de ingressos pelo e-mail consonanteduo@gmail.com.

Então, segue a agenda:

06/03 – 17h, no Espaço Um Tom para Cantar, em Balneário Camboriú;

07/03 – 18h, no Espaço Cultural Nelson Santos, em Itapema;

10/03 – 19h20, no Centro Cultural Palco das Artes, em Porto Belo;

14/03 – 14Hh30, no Teatro do SESC, em Itajaí;

16/03 – 19h30, no SESC Ler, em Tijucas;

21/03 – 19h30, na Escola Maria Rita Flor, em Bombinhas;

Websérie “Sob a Lua Cigana”

Em 2021, o Consonante Duo, que é formado por Lieza e Márcio, realizou a produção de uma websérie a partir de um roteiro criado para ser um espetáculo presencial.

“Nós, como a maioria dos artistas, tivemos que nos reinventar para poder realizar o projeto aprovado em um edital, com o desafio de adentrar no universo do audiovisual. E para isso, contamos com o suporte da equipe da Covil Filmes para o lançamento de quatro episódios que estão disponíveis no YouTube”. De acordo com Lieza.

E a partir do mês de abril de 2022, a websérie, licenciada para a Fundação Catarinense de Cultura, através do a Lei Aldir Blanc. Por fim, ela estará disponível também na plataforma da instituição

“Desta vez a websérie estará editada num único vídeo e haverá também a possibilidade de acompanhar a mesma em Libras ou audiodescrição, recursos de acessibilidade que estavam previstos no projeto”. Conforme conta Lieza. 

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