De Kate Bush a Metallica: os maiores destaques musicais de Stranger Things
A série Stranger Things da Netflix não é apenas um fenômeno de ficção científica e terror. Afinal, é também uma cápsula do tempo para a música dos anos 80. A cada temporada, os Irmãos Duffer e a supervisora musical Nora Felder tecem uma tapeçaria sonora que não só complementa a narrativa, mas se torna parte integrante da identidade da série.
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Mais do que apenas músicas de fundo, a trilha sonora de Stranger Things tem o poder notável de injetar nova vida em canções de décadas passadas, transformando clássicos em virais globais para uma nova geração.
O Arquivo de Clássicos Que Dita o Ritmo da Ação
Cada temporada usa faixas específicas para sinalizar o tom e os pontos de virada da trama. Sobretudo, ligando-as diretamente a momentos cruciais:
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Temporada 1: “Should I Stay or Should I Go” (The Clash) e “When It’s Cold I’d Like to Die” (Moby) marcaram momentos cruciais. A música do The Clash é um pilar que simboliza o vínculo entre Will e Jonathan.
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Temporada 2: “You Don’t Mess Around with Jim” (Jim Croce) e a entrada eletrizante de Billy com “Rock You Like a Hurricane” (Scorpions) ditam o ritmo da ação e introduzem novos personagens.
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Temporada 3: “Material Girl” (Madonna) embalou a icônica cena do shopping Starcourt, enquanto “Heroes” (Peter Gabriel) pontuou a emocionante despedida e união.
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Temporada 4: O grande destaque foi “Running Up That Hill” (Kate Bush), essencial para Max escapar de Vecna. Junto a ela, o solo épico de Eddie Munson com “Master of Puppets” (Metallica) e a leveza de “Pass the Dutchie” (Musical Youth).
A música “Running Up That Hill (A Deal with God)”, de Kate Bush, marcou a 4ª temporada de Stranger Things como o tema que conecta emocionalmente a personagem Max e a ajuda a se proteger de Vecna. Na 5ª temporada a faixa retornou.
Além dos Destaques: A Nostalgia Profunda
A curadoria da série vai além das músicas que viralizam. Portanto, mergulhando fundo na atmosfera cultural dos anos 80.Por fim, a trilha sonora é recheada de joias que reforçam a ambientação e a nostalgia. Como por exemplo:
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“Never Ending Story” (Limahl)
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“Psycho Killer” (Talking Heads)
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“Tarzan Boy” (Baltimora)
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“Hazy Shade of Winter” (The Bangles)
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“Sunglasses at Night” (Corey Hart)
