Bill Clinton cogitou falar sobre morte de Kurt Cobain, mas Eddie Vedder desaconselhou
A morte de Kurt Cobain não foi apenas a perda de um músico. Foi um dos acontecimentos mais impactantes da cultura pop nos anos 1990 — com reflexos na política, na mídia e, principalmente, na juventude.
Em 5 de abril de 1994, Kurt Cobain, vocalista e guitarrista do Nirvana, foi encontrado morto em sua casa, em Seattle. Ele tinha 27 anos. A causa oficial foi suicídio por arma de fogo. Ao lado do corpo, havia uma carta de despedida que citava o cansaço emocional, a pressão da fama e a perda de entusiasmo pela música.
Cobain era o rosto da geração que transformou o rock alternativo em fenômeno global. Com o álbum Nevermind (1991), impulsionado por “Smells Like Teen Spirit”, o Nirvana tirou o pop das paradas e colocou o grunge no centro da indústria musical. Em poucos anos, ele se tornou um símbolo de inquietação, vulnerabilidade e inconformismo — especialmente entre jovens que se sentiam deslocados no início da década.
O impacto foi tão grande que chegou à Casa Branca. Na época, o então presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton, teria se reunido com Eddie Vedder, vocalista do Pearl Jam, para discutir se deveria se pronunciar oficialmente à nação sobre a morte de Cobain ou até mesmo propor um dia em homenagem ao cantor.
Segundo relatos, Vedder — que conhecia Cobain — aconselhou que não ocorresse um pronunciamento formal nem uma homenagem institucional. Para ele, Kurt deveria ser lembrado por sua obra, não pela forma como morreu. A música, argumentou, seria maior que o suicídio e sobreviveria por gerações.
Saúde Mental.
Exagero do governo? Não. Após a notícia da morte, milhares de jovens se reuniram em vigílias, especialmente em Seattle. A comoção levantou debates urgentes sobre saúde mental, abuso de drogas e a pressão da fama precoce. Cobain lutava contra depressão, dependência química e dores crônicas no estômago, problemas que ele próprio mencionava em entrevistas.
Por fim, Três décadas depois, o nome de Kurt Cobain continua associado tanto à revolução do grunge quanto ao chamado “Clube dos 27”, grupo de artistas que morreram aos 27 anos. No entanto, investigações paralelas indicam que Kurt não teria cometido suicido e a morte foi um assassinato, pelo fato de que a quantidade de cocaína no seu sangue, onde não seria possível ele segurar uma arma de grosso calibre, e muito menos escrever uma carta de despedida. Portanto, fica a dúvida, e você o que acha, deixe nos comentários.
Foto Capa Series: Photographs Relating to the Clinton Administration, 1/20/1993 – 1/20/2001Collection: Photographs of the White House Photograph Office (Clinton Administration), 1/20/1993 – 1/20/2001, Public domain, via Wikimedia Commons