Baba Vanga: profecias para 2026 falam em visita alienígena e 3ª Guerra Mundial
Vidente que acertou 11 de setembro previu guerra e alienigénas para 2026
Conhecida como a “Nostradamus dos Bálcãs”, a vidente búlgara Baba Vanga voltou a ganhar destaque com previsões atribuídas a ela para 2026. Entre os presságios mais comentados estão a suposta chegada de visitantes extraterrestres à Terra e o início da Terceira Guerra Mundial — dois cenários que voltam a circular com força nas redes sociais e em sites internacionais.
Baba Vanga, que era cega e morreu em 1996, aos 85 anos, ficou famosa por previsões que seus seguidores acreditam ter antecipado eventos como os ataques de 11 de setembro e a pandemia de Covid-19. Segundo relatos publicados pelo tabloide britânico The Mirror, ela teria afirmado que o primeiro contato oficial da humanidade com vida extraterrestre aconteceria em novembro de 2026.
De acordo com essa previsão, uma gigantesca nave alienígena entraria na atmosfera da Terra. A vidente, no entanto, não teria detalhado as intenções desses supostos visitantes. O tema ganha ainda mais repercussão em meio ao aumento de relatos de Fenômenos Anômalos Não Identificados (UAPs) nos últimos anos e às discussões envolvendo o objeto 3I/ATLAS, que permanece no Sistema Solar e levanta dúvidas sobre sua origem — se seria um cometa interestelar ou algo mais incomum. E uma grande espaçonave sob a terra em novembro.
Terceira guerra.
Outro ponto que chama atenção nas previsões atribuídas a Baba Vanga é o alerta de que a Terceira Guerra Mundial começaria em 2026. A profecia soa ainda mais inquietante diante do atual cenário geopolítico, marcado por tensões entre Estados Unidos, Venezuela e Rússia. Além do risco de um conflito envolvendo a China e Taiwan. Contudo, ainda assim, segundo seus seguidores, a vidente não via esse conflito como o fim da humanidade, já que ela teria previsto o fim do mundo apenas no ano de 5079.
Além de guerras e extraterrestres, Baba Vanga também teria alertado que a sociedade se aproxima de um ponto de ruptura. A previsão estaria relacionada ao avanço da tecnologia e a dilemas morais, sugerindo que a humanidade perceberia que “foi longe demais”. Esse despertar, segundo entusiastas de suas profecias, não ocorreria de forma abrupta, mas como um processo gradual impulsionado por descobertas científicas e mudanças profundas nas relações humanas.
Nascida em 1911 com o nome de Vangeliya Pandeva Gushterova, Baba Vanga construiu uma reputação mística ao longo do século 20. Entre as previsões atribuídas a ela também estão a morte da princesa Diana, avanços na medicina — como a produção em massa de órgãos artificiais a partir de 2046 — e melhorias significativas na detecção do câncer, sempre acompanhadas de debates éticos.
Uma linha do tempo frequentemente associada às visões de Baba Vanga aponta outros eventos futuros:
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2028: humanos começariam a explorar Vênus como fonte de energia;
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2033: derretimento das calotas polares elevaria drasticamente o nível do mar;
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2076: o comunismo se espalharia por diversos países;
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2170: uma grande seca devastaria boa parte do planeta;
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3005: a Terra entraria em guerra com uma civilização de Marte;
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3797: a humanidade teria que abandonar a Terra por ela se tornar inabitável;
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5079: o fim do mundo.
Apesar do fascínio em torno de suas previsões, o histórico de Baba Vanga não é considerado infalível. Algumas profecias atribuídas a ela nunca se concretizaram, como a ideia de que Barack Obama seria o último presidente dos Estados Unidos ou que a Terceira Guerra Mundial começaria em 2010.
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Por fim, entre acertos controversos e previsões que não se confirmaram. Portanto, Baba Vanga segue sendo uma figura que desperta curiosidade. E sobretudo, alimenta debates sobre futuro, tecnologia e geopolítica e mantém viva a discussão sobre até que ponto essas profecias devem ser levadas a sério.
