Marty Supreme: os motivos para ver o filme que estreou nesta quinta (22).
O longa aposta em intensidade, estética vibrante e uma história de obsessão, ambição e identidade.
Chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (22) “Marty Supreme”, novo filme estrelado por Timothée Chalamet, ator indicado ao Oscar e conhecido por sucessos como Duna.
A trama acompanha Marty Mouser, um apostador carismático e moralmente ambíguo que decide se reinventar como jogador profissional de tênis de mesa. Movido pelo desejo de se tornar o melhor do mundo. Sendo assim, ele embarca em uma jornada frenética que mistura esporte, golpes. E sobretudo, relações intensas e escolhas questionáveis.
Desde as primeiras exibições, o filme vem conquistando a crítica especializada, acumulando elogios e indicações a grandes premiações, o que o coloca entre as estreias mais impactantes da temporada. A seguir, veja cinco motivos para assistir “Marty Supreme” nos cinemas, segundo o ingresso.com
1. A atuação mais elogiada da carreira de Timothée Chalamet
A performance de Chalamet como Marty Mouser é apontada por críticos como a mais madura e complexa de sua trajetória. Narcisista, obsessivo e sedutor, o personagem ganha profundidade graças a entrega física e emocional do ator, que treinou tênis de mesa por sete anos para alcançar o nível técnico exigido pelo papel.
O desempenho já rendeu prêmios importantes, como Melhor Ator no Critics Choice Awards, Melhor Ator em Filme Musical ou Comédia no Globo de Ouro e uma indicação ao Oscar de Melhor Ator.
2. Nove indicações ao Oscar
Com uma direção descrita como “energia cinética pura”, Josh Safdie imprime um ritmo acelerado que mergulha o espectador na mente do protagonista. O resultado foi o reconhecimento da Academia, com nove indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Ator, Melhor Roteiro Original. Além de Melhor Fotografia, Melhor Edição, Melhor Figurino, Melhor Design de Produção e Melhor Elenco.
3. Elenco coadjuvante em alto nível
Além de Chalamet, o filme se destaca pelo elenco afiado. Gwyneth Paltrow interpreta Kay Stone, uma atriz em busca de redenção na carreira, enquanto Odessa A’Zion vive Rachel Mizler, amante e confidente do protagonista.
O longa também marca a estreia do rapper Tyler, The Creator no cinema, no papel de Wally, antigo parceiro de golpes de Marty, e traz Kevin O’Leary, do programa Shark Tank, como o antagonista Milton Rockwell.
4. Reflexões sobre identidade e ambição
Mais do que um filme sobre esporte, “Marty Supreme” explora a psique humana. Inclusive, a narrativa aborda temas como vaidade, obsessão, sucesso e moralidade, levantando questionamentos sobre até onde alguém pode ir para alcançar seus sonhos. A trajetória do protagonista provoca reflexão e dialoga diretamente com dilemas contemporâneos sobre identidade e propósito.
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5. Trilha sonora marcante e atemporal
Ambientado nos anos 1950, o filme faz uma escolha ousada ao usar músicas pop dos anos 1980. A abertura com “Forever Young”, do Alphaville, define o tom emocional da obra. Como por exemplo, canções de artistas como Peter Gabriel, Fats Domino, New Order, Tears For Fears. Assim como, Paul Sikivie ajudam a potencializar a narrativa.
A trilha original é assinada por Daniel Lopatin, colaborador frequente de Safdie, que mistura sintetizadores oitentistas com percussão intensa, criando uma identidade sonora que dialoga com a velocidade e a tensão do tênis de mesa.
Portanto, com atuações premiadas, direção pulsante e uma história que vai além do esporte. Afinal, “Marty Supreme” chega aos cinemas como um forte candidato a figurar nas listas de melhores filmes do ano.
