George Harrison quase morreu em grave acidente de carro em 1972

Ao lado de Pattie Boyd, George se feriu gravemente ao bater sua Mercedes 

George Harrison quase morreu em grave acidente de carro em 1972

Em 28 de fevereiro de 1972, ou seja, três dias após seu aniversário, George Harrison viveu um dos episódios mais dramáticos de sua vida fora dos palcos. O ex-Beatle e sua então esposa, Pattie Boyd, sofreram um grave acidente de carro que quase terminou em tragédia. O caso, pouco lembrado pelo grande público, deixou Pattie inconsciente e levou ambos para semanas de recuperação médica.

Naquela noite, George e Pattie saíram de Friar Park, mansão do músico em Henley-on-Thames, a bordo de um Mercedes branco. O destino era Londres, onde o casal participaria de uma festa organizada por Ricky Nelson. Já passava da meia-noite quando o acidente aconteceu, próximo a uma rotatória recém-inaugurada.

Segundo relatos da época, a condução imprudente de George resultou na colisão violenta do carro contra um poste de iluminação localizado na barreira central da via. O impacto foi tão forte que o veículo ficou completamente destruído. Inclusive, lembramos que George era um fã de corridas e possivelmente estava acima da velocidade. 

Pattie Boyd bateu a cabeça no para-brisa, perdeu a consciência e caiu sobre a alavanca de marchas. George Harrison sofreu um corte profundo na cabeça, com sangramento intenso. Mesmo ferido, ele conseguiu sair do carro passando por cima da esposa e pediu ajuda imediatamente.

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O casal foi levado de ambulância para o Hospital de Maidenhead, onde recebeu atendimento de emergência. George levou pontos na cabeça e teve alta ainda naquela noite. Pattie, no entanto, apresentou um quadro mais delicado: concussão grave e várias costelas quebradas.

Portanto, devido a gravidade dos ferimentos, Pattie Boyd foi transferida para a Nuffield Nursing Home, em Fulmer, na região de Slough, onde permaneceu internada por cerca de duas semanas sob observação médica. Contudo, na manhã seguinte ao acidente, a instituição informou que ela estava “bem”, apesar da necessidade de cuidados contínuos.