“Take On Me” do A-ha e a polêmica sobre direitos autorais
Canção completou 40 em 2025, se tornando um dos principais hits do A-ha
O clássico pop mundial “Take On Me” celebra 40 anos e reacende uma polêmica antiga dentro do A-ha. Recentemente, o vocalista Morten Harket revelou que recebe apenas 16,6% dos direitos autorais da música, enquanto os demais 83,4% ficam com Paul Waaktaar-Savoy e Magne Furuholmen.
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Lançada originalmente em 1984 e relançada em 1985 com o videoclipe icônico que se tornou referência da cultura pop dos anos 1980, a canção voltou aos holofotes após Harket criticar a divisão dos royalties. Ele afirma que sua contribuição criativa, principalmente no refrão e em uma nota-chave, foi fundamental para a identidade e o impacto da música.
Por outro lado, Waaktaar-Savoy e Furuholmen contestam a versão do vocalista, argumentando que Harket não participou da composição da melodia principal, sendo responsável apenas pela interpretação vocal, o que justificaria a divisão atual dos direitos autorais. O Videoclipe inovador para época, ganhou uma versão em 4k e já conta com mais de 1 bilhão de visualizações.
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A discussão se intensifica com relatos de que, à época, Paul teria oferecido uma divisão mais equilibrada caso Harket gravasse 20 músicas em cinco anos. No entanto, a proposta que acabou recusada pelo cantor. Décadas depois, a decisão ainda gera debates sobre autoria, reconhecimento artístico e equilíbrio dentro da banda.
Por fim, mesmo após quatro décadas, “Take On Me” mantém-se um sucesso atemporal, representando não apenas o auge do pop dos anos 1980. Mas também as complexas relações criativas e comerciais que envolvem grandes bandas.