O dia em quem Elvis Presley encontrou seu sósia.
Em julho de 1972, na residência de Elvis Presley em Hillcrest, Los Angeles, uma cena curiosa e inesperada chamou atenção. Um dos irmãos Stanley entrou às pressas e avisou: “Tem um cara no portão que é igualzinho a você — você precisa ver isso!”. Intrigado, Elvis decidiu conferir pessoalmente.
Ao descer a estrada de cascalho, encontrou Larry Blong, um fã dedicado que, por coincidência, tinha uma semelhança impressionante com o próprio “Rei do Rock”.
Contudo, existe uma lenda de que ao descer para encontra Larry, Elvis teria descido com uma arma escondida discretamente nas costas na mão esquerda, inclusive até uma foto provaria isto. O que não é verdade, afinal, Presley na foto com a tal arma está com blusa branca. E na foto com Larry usa uma camisa estampada.


Paixão por armas.
Apesar de estar armado no encontro, Elvis vivia sob constantes ameaças de morte — e ainda havia o clima de tensão em Hollywood após os assassinatos cometidos pela seita de Charles Manson alguns anos antes. Por isso, ele costumava estar armado. Além disso, era apaixonado por armas e colecionava várias.
Mesmo em meio a riscos, Elvis nunca deixou de demonstrar carinho pelos fãs. Encontrá-los, conversar e se apresentar ao vivo sempre foram prioridades — mesmo quando autoridades aconselhavam o contrário. Ele não recuava. A relação com o público era a essência de sua carreira.
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Décadas depois, em 2002, Larry Blong relembrou o momento e o impacto dessa semelhança inesperada:
“Não me surpreende. Existem muitas fotos minhas em livros sobre Elvis, sendo confundido com ele. Também apareci em muitos bootlegs. As performances que mais me marcaram daquele show foram ‘How Great Thou Art’ e ‘You Gave Me A Mountain’.” Conforme lembrou.
Um encontro improvável, registado pela história — e que reforça algo que nunca mudou: Elvis não apenas fez história na música, como também cultivou uma ligação genuína com quem o admirava.