Van Basten diz que show do Linkin Park na final da UEFA foi um “Lixo”

Partida sagraou o PSG campeão em cima da Inter.

Foto: www.postproduktie.nl, CC BY 2.5

No último sábado (25), antes da bola rolar na grande final da Liga dos Campeões da UEFA, entre o PSG e Inter de Milão em Munique, o clima de espetáculo tomou conta do estádio com uma apresentação ao vivo do Linkin Park. Liderada por Mike Shinoda e com a participação da vocalista Emily Armstrong, a performance foi pensada para empolgar o público e criar uma atmosfera global e emocionante para o evento.

Mas nem todo mundo aprovou o show. O ex-jogador holandês Marco van Basten, lenda do futebol europeu com passagens marcantes por Ajax e Milan, foi direto ao ponto em entrevista à emissora Ziggo Sport.

“A apresentação do Linkin Park foi um lixo, absolutamente um lixo. É uma vergonha que a UEFA permita isso. Acho isso absolutamente idiota… Inútil, totalmente inútil”. Conforme disparou Van Basten, em declaração repercutida pelo site Metal Sucks.

Apesar do tom duro, o ex-atacante deixou claro que a crítica não era exatamente contra a banda, mas sim contra o momento escolhido para a apresentação. Para ele, shows tão intensos e barulhentos antes do início de uma partida importante podem atrapalhar a concentração dos jogadores. Segundo Van Basten, esse tipo de espetáculo deveria acontecer no intervalo ou após o jogo. Veja:

A fala reacende uma discussão que vem ganhando força nos últimos anos: a chamada “NFLização” do futebol. Com shows e elementos de entretenimento se tornando cada vez mais comuns. Principalmente em finais e grandes partidas, onde parte do público celebra a novidade e o apelo global. Por outro lado, há quem defenda que o futebol deve manter seu foco principal no jogo e nos atletas, preservando sua essência.

Por fim, até o momento, a UEFA não se pronunciou sobre as críticas.