Artista apresenta ‘casa abandonada’ em exposição inédita em Florianópolis

A Arqueóloga na Casa do Sonho é o nome da mostra de Luanda de Oliveira na Fundação Cultural BADESC; artista participa de roda de conversa gratuita na sexta, dia 20 de outubro

Costuras, desenhos e textos, junto a móveis e objetos que pertenceram a familiares da artista Luanda de Oliveira, integram a exposição A Arqueóloga na Casa do Sonho, que pode ser visitada na Fundação Cultural BADESC, em Florianópolis.

A instalação de 41 peças, que apresenta uma ‘casa abandonada’ e é formada por fragmentos de diversas casas já habitadas pela artista, tem como curadores Sandra Correia Favero e Marcello Carpes.

Artista apresenta ‘casa abandonada’ em exposição inédita em Florianópolis
Roda de Conversa com a artista Luanda de Oliveira será nesta sexta, dia 20. crédito Juliano Zanotelli

Selecionada no Edital 2023 da Fundação, a mostra, que é uma narrativa ficcional em campo expandido, entre as artes visuais e a literatura, pode ser visitada gratuitamente de segunda a sexta, das 13h às 19h, até 9 de novembro.

Roda de conversa

Na sexta-feira, dia 20 de outubro, a artista participa de uma roda de conversa. Sendo assim, no encontro, com entrada gratuita, marcado para as 19h, Luanda vai compartilhar o processo criativo da mostra, que iniciou durante o curso de mestrado entre os anos de 2020 e 2022. Os curadores participam do encontro.

A Fundação Cultural BADESC fica na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, no Centro de Florianópolis.

Sobre a artista

Nascida no Rio de Janeiro e desde 2009 morando em Florianópolis, Luanda de Oliveira é mestra e bacharel em Artes Visuais pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Atualmente cursa doutorado e licenciatura em Artes Visuais na mesma instituição.

Por fim, em 2016 e 2018 a artista participou da Entremostras na Fundação Cultural BADESC. Ao longo da trajetória participou de diversas outras exposições em cidades de Santa Catarina e no Paraná, dentre elas duas individuais: Jardim nº 0, em 2014 no Memorial Meyer Filho, em Florianópolis e Arqueologia do Impossível, na Galeria Municipal de Arte Pedro Paulo Vecchietti, em 2019.