‘O Mínimo para Viver’ na Netflix: um olhar sensível sobre distúrbios alimentares

‘O Mínimo para Viver’ na Netflix, traz Keanu Reeves interpretando um médico que trata de distúrbios alimentares através de práticas complementares

A Netflix tem no seu catálogo filmes que muitas vezes não estão em destaque na plataforma, portanto, é necessário garimpar, pesquisar, pegar a indicação de alguém, ou acompanhar a Nave Criativa para ficar ligado nas dicas de tramas interessantes.

Sendo assim, uma delas é o filme, “O mínimo para viver”, um longa que traz um tema delicado, distúrbios alimentares. O enredo conta o caso de Ellen (Lily Collins), uma jovem de 20 anos, com anorexia nervosa, que adota práticas que acabam por piorar sua situação, como por exemplo, calcular cada caloria que ingere, e se alimentar somente de vagem.

Com o agravamento da situação, Susan (Carrie Preston), madrasta de Ellen, decide levá-la ao consultório do Dr. William Beckham (Keanu Reeves), adepto a uma terapia complementar para o tratamento da doença. 

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No entanto, Ellen reluta em participar, mas acaba convencida pela irmã. Ao se internar na clínica ela vai se juntar a outros pacientes. Como por exemplo, Luke (Alex Sharp), um dançarino de balé que já está prestes a se curar da anorexia. A partir daí, “O mínimo para viver” traz para o enredo diversos dramas. Além de que, Luke vai se apaixonar por Ellen e os dois começam a viver um conflituoso relacionamento. 

“O Mínimo para viver” teve sua estreia no Festival de Sundance em 2017. Na avaliação do site Rotten Tomatoes, o filmes conta até o momento com 66% de aprovação.

Por fim, confira o trailer de “O mínimo para viver”