Lagoa do Peri volta a ter nível normal após fortes chuvas.

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Local sofreu com a seca em 2020.

As fortes chuvas do mês de janeiro foram um bom fator para a volta do nível de água da Lagoa do Peri, no Sul da Ilha, após longos meses de seca na região. Sendo assim, em 2021, o mês de janeiro bateu o recorde da média de chuva para a época na cidade.

Foram mais de 680 milímetros de chuva, segundo balanço pluviométrico feito pelos meteorologistas da Epagri-Ciram. Segundo cálculos do INMET (Instituto Nacional de Meteorologia), a média de chuva para a região é de 200 a 250 milímetros.

Em 2020, ainda com o nível abaixo do comum, a FLORAM fez uma série de exames na água da Lagoa, com o intuito de quantificar a presença de cianobactérias, que são tóxicas. De acordo com o órgão, houve baixas concentrações de cianotoxinas, de acordo aos padrões de qualidade da Portaria nº 005/2017 do Ministério da Saúde.

No entanto, é importante seguir presente no local, garantindo  o fornecimento de água de qualidade para população.

“O Monumento Natural Municipal Lagoa do Peri (MONA-Peri) é de extrema importância para o município. Além da casa de várias espécies de animais silvestres e vegetações nativas, a sua água doce é responsável por grande parte do abastecimento da região sul da Ilha. No verão, o local vira atração por conta das suas águas calmas, ideais para crianças”. diz Cid Neto, geógrafo da Floram.

Para 2021

Sendo assim, nesta época de verão 2020/21, a Lagoa do Peri recebeu o certificado internacional Bandeira Azul pelo sexto ano seguido. O prêmio vai para praias e marinas que cumprem os requisitos de qualidade ambiental, acessibilidade, segurança e que façam atividades de educação ambiental.

O prêmio vem de uma ONG internacional, que no Brasil é o instituto Ambientes em Rede.

Por fim, atualmente o espaço é aberto para visita, contudo o uso de máscara, e o distanciamento social entre as famílias é obrigatório.

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