Corona lança long neck retornável com distribuição em todo o Brasil

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Engajada contra a poluição e pela preservação do meio ambiente, marca da Ambev escolheu o Brasil como o primeiro país da América Latina a receber a inovação de garrafa long neck retornável 330ml; novidade chega primeiro a Curitiba (PR) e até 2023 será distribuída em todo o território nacional
São Paulo, 27 de abril de 2022 –  A cerveja Corona, da Ambev, dá mais um passo em sua jornada pela sustentabilidade, anunciando o lançamento da primeira garrafa long neck retornável de 330ml com distribuição confirmada para todo território nacional. O Brasil ainda é o primeiro mercado da América Latina a receber essa inovação com o selo da marca, que nasceu na praia e há anos se dedica à preservação da natureza, especialmente na luta pela preservação dos oceanos. A operação acontecerá de forma faseada e começa em junho na cidade de Curitiba (PR), onde Corona vai substituir 100% das garrafas pelas retornáveis e colocar em prática com consumidores reais a rotina de devolução das embalagens, preservando a conveniência com pontos de recolha distribuídos pela cidade e apoio logístico pelo aplicativo de bebidas Zé Delivery.

 A novidade deverá ganhar distribuição nacional em 2023, se tornando a longo prazo a long neck padrão distribuída pela cerveja da Ambev no país. Além do impacto sustentável do produto, Corona também vai atuar junto a organizações de reciclagem por meio da recompra das garrafas de vidro, fomentando a economia circular e acompanhando de perto todo o ciclo de uso – e também de reuso – de cada garrafa. As vendas terão parte do lucro revertido para ONGs de preservação ambiental. 

 “Sabemos que a jornada por um mundo mais sustentável é longa e seguimos buscando novas formas de fazer a nossa parte e engajar nossos consumidores. A long neck é um símbolo importante de Corona, por isso unimos inovação e sustentabilidade para criar garrafas retornáveis que tenham sempre a mesma aparência das novas e ao mesmo tempo ajudem a diminuir a quantidade de lixo gerada no planeta”, explica Gustavo Castro, diretor de inovações da Ambev.

Mesma aparência, mais sustentabilidade – na imagem, a long neck da cerveja Corona, que na versão retornável ganhará uma sinalização especial no verso da garrafa. Créditos: Reprodução Corona

“Corona nasceu na praia e se dedica a preservar esses lugares, portanto temos direcionado nossos esforços de forma consistente pela proteção dos oceanos, especialmente contra a poluição plástica. Mas queremos ir além e para isso estamos mudando o nosso símbolo mais icônico, a garrafa de Corona”, conta João Pedro Zattar, head de marketing de Corona no Brasil. “Este é mais um marco na história de Corona, reforçando nossa ambição em nos tornarmos a cerveja mais sustentável do Brasil e atuando proativamente pela redução na produção de resíduos de todos os tipos – incluindo os nossos, já que desde o ano passado também somos a primeira marca global de bebidas neutra em resíduos plásticos”. 

 Em 2021 a cerveja também apostou em inovação ao lançar uma versão de embalagem em lata inédita no país, na qual as seis unidades de cerveja são unidas por uma lâmina de papel cartão afixada no topo do pack. Para transportar as garrafas retornáveis até os pontos de venda, a marca também vai contar com uma nova “garrafeira” – criada pela própria Ambev com 100% de plástico reciclado, a caixa acomoda uma quantidade maior de produtos em um mesmo espaço, reduzindo as emissões de carbono ao longo do processo.

 No ano passado, Corona se tornou uma referência em sustentabilidade na indústria ao ser a primeira marca global de bebidas neutra em resíduos plásticos, mas também tem liderado uma série de iniciativas que vão além de sua própria cadeia de produção e distribuição, como a limpeza de mais de 1,2 milhão de m² de praias, recolhendo mais de 5,4 toneladas de lixo descartados de forma irregular na natureza; uma pesca de plástico, que retirou mais de 1 tonelada de resíduos do mar (meia tonelada apenas de plástico) e também um projeto de coleta e reciclagem de vidro na Chapada dos Veadeiros (GO), que já coletou, processou e reciclou mais de 64 toneladas do material. 

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