Cirurgias eletivas no Estado tem nova política.

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O secretário de Estado da Saúde, Helton de Souza Zeferino, apresentou na última sexta-feira, 6, em Rio do Sul, a proposta da nova Política Catarinense de Cirurgias Eletivas para representantes das entidades hospitalares do Alto Vale.

O encontro reuniu dirigentes de hospitais filantrópicos além de entidades que representam o setor, incluindo Federação de Hospitais e Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Santa Catarina (Fehoesc), Federação das Santas Casas, Hospitais e Entidades Filantrópicas (Fehosc) e Associação de Hospitais de Santa Catarina (Ahesc). Primeiramente a proposta ainda passa por ajustes e deve ser analisada neste mês de março durante encontro da Comissão de Gestores Bipartite.

O evento tem como a finalidade de explicar a nova proposta para dirigentes hospitalares e ouvir as demandas, inclusive sobre a nova Política Hospitalar. “Definimos a formação de um grupo de trabalho envolvendo a Secretaria de Estado da Saúde (SES) e entidades para trazermos melhorias e alinhar estratégias em nossas políticas voltadas ao atendimento dos filantrópicos”, completou.

“Tais entidades representam um braço importante para a saúde de Santa Catarina e temos adotado políticas claras e equilibradas, o que não existia até então. Assim, fortalecemos as entidades filantrópicas, o que resultará em benefícios diretos no atendimento ao cidadão catarinense”, afirmou.

Proposta inovadora

O presidente da Fehoesc, Giovani Nascimento, destacou que a política de eletivas proposta pelo Governo de Santa Catarina é inovadora. “É um processo de fato inovador e vamos trabalhar para dê certo. Do jeito que ocorria antes, apenas com mutirões, era um processo que não funcionava adequadamente e servia apenas para ludibriar as filas”, destaca. “O governo de Santa Catarina pode contar com nossas entidades como parceiras para a elaboração desta política”.

Hilário Dalmann, presidente da Fehosc, afirmou que a nova política de cirurgias eletivas atenderá em primeiro lugar hospitais de pequeno porte. “Temos hospitais com centro cirúrgicos ociosos e essa nova política representa regionalizar esse atendimento. A Secretaria de Estado da Saúde sempre esteve aberta para ouvir as necessidades de nosso setor”.

Informações Fabrício Escandiuzzi – Assessoria de Comunicação

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