CELOS aprova nova Política de Investimentos para 2022

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Entidade investe em novas diretrizes para a gestão dos planos com horizonte até 2026

A CELOS aprovou, no dia 17 de dezembro, a Política de Investimentos 2022, com horizonte até 2026, para os planos Misto, Transitório, Pecúlio, PGA e Assistencial. Este documento estabelece as diretrizes para a gestão do patrimônio de cada Plano, observando suas especificidades. Entre outros elementos, a Política fornece as metas de rentabilidade por segmento, o objetivo de alocação e os limites por estratégia, bem como as regras de seleção de ativos e gestão dos riscos de cada tipo de investimento. Seu objetivo final é deixar claro como e o que será feito com os recursos dos Planos, ou seja, dos participantes e assistidos.

De acordo com o diretor Administrativo-Financeiro da Fundação, Henri Machado Claudino, anualmente o documento é revisado pelo Conselho Deliberativo, com objetivo do seu aprimoramento constante e manutenção da aderência ao atual cenário econômico. Sempre atento, claro, na formação da carteira de investimentos mais aderente às necessidades de cada plano de benefícios.

“A Política de Investimentos é o documento norteador na atividade de gestor da carteira de investimentos da CELOS. Ela estabelece questões como as diretrizes de como analisar, selecionar, aplicar e monitorar cada tipo de investimento, com a definição das alçadas e responsabilidades de cada integrante do processo decisório de investimentos.Com a aprovação das Políticas de Investimentos 2022 estamos preparados para dar continuidade na gestão qualificada dos investimentos da CELOS”, pontua Claudino.

As principais alterações em relação à Política de Investimentos 2021 são: (i) a criação do mandato “Renda Variável Investimento no Exterior – BDRs”, em linha com o objetivo de alocação em investimentos no exterior; (ii) alterações nas alocações objetivos dos segmentos e mandatos, de acordo com o direcionamento do último estudo de ALM e considerando os recentes avanços com a venda de créditos privados em default e FIPs; (iii) atualização na classificação de alguns mandatos entre Processo Simplificado ou Completo; (iv) inclusão de verificação de política ASG e relatórios de risco dos gestores que participarem de processos seletivos e; (iv) revisão nas regras para “Avaliação de Perdas”.

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